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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

ISTO OS FALSOS ESQUERDISTAS ESPECIALMENTE OS QUE ESTÃO NO PODER , E SOCIOLOGOS,FILOSOFOS E CIA NÃO QUEREM QUE OS MAIS JOVENS SAIBAM ,COMPAREM O QUE OS MILITARES FIZERAM E ENTREGARAM PARA A POPULAÇÃO COM AS OBRAS DE MENTIRINHAS E MEGAS - PROGRAMAS DE COMPRA DE VOTOS ,OPS.. BOLSAS DO GOVERNO ATUAL


Parte I – O Brasil sob o regime militar
Em 31 de março passado, fez exatamente 35 anos que houve o golpe militar no Brasil, como dizem os de esquerda, ou contragolpe, como ainda dizem os militares.
Este levantamento, que qualquer um com conhecimentos elementares de Internet ou visitando e pesquisando nos grandes jornais do país, qualquer um pode fazer também, fizemos com o objetivo de rememorar alguns fatos ocorridos naquele período histórico da nação brasileira, para conhecimento e reflexão da nossa pobre juventude.
Digo pobre, porque o ensino no país tem caído tanto que o MEC agora lançou um livro para DESENSINAR português às crianças. Querem que todos falem “pobrema”, “nós vai”, “a gente vamos” e coisas ainda piores...
Digo pobre juventude, pois não sabem ler e, mesmo que tentem, um texto difícil e complexo como o publicado neste portal sob o título Erosão da liberdade, nada vão entender. São na verdade, analfabetos funcionais (aqueles que lêem e nada entendem)... Pobre juventude, bem diferente da minha!
- Os militares (seu regime) fizeram a maior Revolução Industrial do século XX. Pegaram um país com o 45º PIB do mundo e, 21 anos depois, entregaram aos civis com o 10º(décimo) PIB mundial. Estamos há 24 anos sob autoridade civil e ainda continuamos em 10º lugar.
Outras coisinhas que os militares fizeram (tire suas conclusões):
Ø Criação de 13 milhões de empregos;
Ø A Petrobrás aumenta a produção de 75 mil para 750 mil barris/dia de petróleo;
Ø Estruturação das grandes construtoras nacionais;
Ø PIB de 14%;
Ø Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
Ø Criação da Eletrobras;
Ø Criação da Nucleobras e subsidiária;
Ø Criação da Embratel e Telebras;
Ø Usina Angra I e Angra II;
Ø Indústria aeronáutica, naval, bélica e automotiva;
Ø É restabelecida a autoridade por 21 anos;
Ø Pró-alcool (95% dos carros no país);
Ø Construída as maiores usinas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú;
Ø Exportações crescem de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões;
Ø Rede Asfaltada de 3mil para 45 mil KM;
Ø Redução da inflação de 100% ªª para 12% ªª, sem controle do preço* e sem massacre do funcionalismo público;
Ø Fomento e financimento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;
Ø Cursos de mestrado e doutorado;
Ø INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
Ø FUNRURAL;
Ø Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
Ø Criação de várias Universidades
Ø Criação do FGTS, PIS, PASEP;
Ø Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos);
Ø Duplicação da rodovia Rio Juiz de Fora e da Via Dutra;
Ø Criação da EBTU;
Ø Implementação do Metrô em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;
Ø Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);
Ø Implementação dos Pólos Petroquímicos em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
Ø Prospecção de Petróleo em grandes profundidades na bacia de Campos;
Ø Construção do Porto no Maranhão;
Ø Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país;
Ø SNI;
Ø Polícia Federal;
Ø Código Tributário Nacional;
Ø Código de Mineração;
Ø Zona Franca de Manaus;
Ø IBDF Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
Ø Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
Ø Reforma do TCU;
Ø Estatuto do Magistério Superior;
Ø INDA Instituto de desenvolvimento agrário;
Ø Criação do banco Central (DEZ64);
Ø SFH Sistema Financeiro habitacional;
Ø BNH Banco Nacional de Habitação;
Ø Construção de 4 milhões de moradias;
Ø Regulamentação do 13º salário;
Ø Banco da Amazônia;
Ø SUDAM;
Ø Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, habitacional, Política e Universitária;
Ø Ferrovia da soja;
Ø Rede Ferroviária ampliada de 3mil e remodelada para 11 mil KM;
Ø Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;
Ø Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;
Ø Matriculas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;
Ø Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);
Ø Estabelecimento de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;
Ø Crédito Educativo;
Ø Projeto RONDON;
Ø MOBRAL;
OBRAS DE GRANDE IMPACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS
  1. CENTENAS DE PONTES
Dentre tantas, a nossa Ponte Rio Niterói, construída entre 1969 e 1974.
(fotos de 001 a 004)
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 O conceito de seu projeto remonta a 1875, visando a ligação entre os dois centros urbanos vizinhos, separados pela baía de Guanabara ou por uma viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. À época havia sido concebida a construção de uma ponte e, posteriormente, de um túnel.
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 Entretanto, somente no século XX, em 1963, foi criado um grupo de trabalho para estudar um projeto para a construção de uma via rodoviária. Em 29 de Dezembro de 1965, uma comissão executiva foi formada para cuidar o projeto definitivo de construção de uma ponte.
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 O Presidente Costa e Silva assinou decreto em 23 de Agosto de 1968, autorizando o projeto de construção da ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes, sob a gestão de quem a ponte foi iniciada e concluída.
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 A obra teve início, simbolicamente, em 9 de Novembro de 1968, com a presença da Rainha da Grã-BretanhaElizabeth II e de Sua Alteza Real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo, ao lado do ministro Mário Andreazza. As obras tiveram início em Janeiro de 1969
  1. USINAS HIDRELÉTRICAS
Hidrelétrica de Itaipu (construída de 1971 a 1982)(fotos 005 a 007)
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 Usina Hidrelétrica de Itaipu Binacional é uma usina hidrelétricabinacional construída pelo Brasil e pelo Paraguai no rio Paraná, no trecho de fronteira entre os dois países, 14 quilômetros ao norte daPonte da Amizade. A área do projeto se estende desde Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad del Este, no Paraguai, ao sul, até Guaíra (Brasil) eSalto del Guairá (Paraguai), ao norte. A potência instalada da Usina é de 14.000 MW (megawatts), com 20 unidades geradoras de 700 MW cada.
 No ano 2000, a usina atingiu o seu recorde de produção de 93,4 bilhões de quilowatts-hora (kWh), sendo responsável pela geração de 95% da energia elétrica consumida no Paraguai e 24% de toda a demanda do mercado brasileiro.
 Até o funcionamento em plena capacidade da Hidrelétrica de Três Gargantas na China, a usina de Itaipu é a maior hidrelétrica do mundo em potência instalada. Em capacidade de geração continuará sendo a mais importante, visto que o regime hidrológico do rio Paraná apresenta maior fluxo de água que o Rio Yangtzé.
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 A energia gerada por Itaipu e destinada ao Brasil é transmitida pela empresa Furnas Centrais Elétricas S.A.
 No município de Manoel Ribas - PR, através de uma subestação rebaixadora (750 kV/550 kV), chamada Ivaiporã, 15% da energia gerada por Itaipu é entregue à Eletrosul Centrais Elétricas S.A. Cabe à Eletrosul, entre outras funções, a transmissão desta energia às concessionárias do sul do Brasil e ao estado do Mato Grosso do Sul.
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Hidrelétrica de Tucuruí (1976 a 1984) (foto 008)
 Usina Hidrelétrica de Tucuruí é a maior usina hidrelétrica 100%brasileira localizada a 400 km de Belém no estado do Pará, município de Tucuruí. Foi construída para a geração de energia elétrica e para tornar navegável um trecho do rio Tocantins cheio de corredeiras, ultrapassadas através de uma eclusa. A extensão total da barragem de terra tem 11 km.

008


Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira (construída em 1978) (foto 009)
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 A Usina Hidrelétrica Ilha Solteira é a maior usina da CESP e do Estado de São Paulo e a terceira maior usina hidrelétrica do Brasil. Está localizada no Rio Paraná, entre os municípios de Ilha Solteira (SP) e Selvíria (MS).
 Em conjunto com a UHE Engenheiro Souza Dias (Jupiá), compõe o sexto maior complexo hidrelétrico do mundo. 
Sua potência instalada é de 3.444,0 MW e tem 20 unidades geradoras com turbinas tipo Francis. A usina foi concluída em 1978

 É uma usina com alto desempenho operacional que, além da produção de energia elétrica, é de fundamental importância para o controle da tensão e freqüência do Sistema Interligado Nacional
 Sua barragem tem 5.605 m de comprimento e seu reservatório tem 1.195 km2 de extensão.
 O Canal Pereira Barreto, com 9.600 m de comprimento, interliga os reservatórios da Usina Hidrelétrica Ilha Solteira e da Usina Hidrelétrica Três Irmãos, propiciando a operação energética integrada dos dois aproveitamentos hidrelétricos.
Hidrelétrica de Jupiá (inaugurada em 1974) (foto 010)
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 Situada sobre o Rio Paraná, na intersecção com o Rio Sucuriú, no ponto chamado Jupiá, entre as cidades de Três Lagoas (Mato Grosso do Sul) e Castilho (São Paulo), a Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias é a terceira maior usina hidrelétrica do Brasil.
 A construção da Usina do Jupiá, como também é chamada, foi iniciada na primeira metade da década de 1960 e finalizada no ano de 1974, utilizando tecnologia inteiramente brasileira. Apesar de ter sido um projeto desenvolvido durante a ditadura militar, período marcado por obras faraônicas, a Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias é relativamente eficaz em termos da área alagada e da destruição ambiental causada e da eletricidade ali produzida. Entre as três maiores usinas hidrelétricas do Brasil, perde somente para a maior, aUsina hidrelétrica de Itaipu, em termos de eficiência, ultrapassando aUsina hidrelétrica de Ilha Solteira.
PETROBRÁS S.A. (foto 011)
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 Petrobras - Petróleo Brasileiro S/A (BOVESPAPETROBRAS;NYSEPBR) é uma empresa estatal brasileira, de economia mista [2], que opera no segmento de energia, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo e seus derivados no Brasil e no exterior, sediada no Rio de Janeiro. Seu lema atual é "Uma empresa integrada de energia que atua comresponsabilidade social e ambiental".
CNPq
 Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico(antigo Conselho Nacional de Pesquisa, cuja sigla já era CNPq e foi mantida ao mudar-se o nome da agência) é um órgão ligado aoMinistério da Ciência e Tecnologia (MCT) para incentivo à pesquisa noBrasil.
 Fundado em 1951, o CNPq é uma instituição longeva. Por isso, é por ela mesma considerada das mais sólidas de sua área entre os países em desenvolvimento.
 Seu objetivo inicial foi capacitar o Brasil a dominar o ciclo atômico, tema definido como de importância estratégica àquele momento. Porém, seu papel ampliou-se com o passar do tempo.
 Até a criação do Ministério, o CNPq era o órgão que centralizava a coordenação da política nacional de ciência e tecnologia.
 Hoje sua missão é promover o desenvolvimento científico e tecnológico e executar pesquisas. necessárias ao progresso social, econômico e cultural do País. As atividades são realizadas pelo planejamento e execução de atividades de fomento a ciência e tecnologia, principalmente pela concessão de bolsas e auxílios a pesquisadores e estudantes.
 A sede do CNPq localiza-se na Asa Norte de Brasília. O CNPq tem muitos órgãos federais e até agências de fomento estrangeiras como parceiros.
FINEP
 Finaciadora de Estudos e Projetos, mais conhecida pela siglaFINEP, é uma empresa pública brasileira vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Foi criada em 24 de julho de 1967, para institucionalizar o Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas, criado em 1965.
CAPES
 Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, mais conhecida pela sigla CAPES, é uma agência de fomento à pesquisa brasileira que atua na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados doBrasil. A sua característica distintiva, em relação às outras agências federais de fomento, como o CNPq e a FINEP, e às estaduais (das quais a principal é a paulista Fapesp), está na Avaliação Trienal que ela efetua de todos os cursos de pós-graduação do País. É a única entidade que tem tradição de determinar o descredenciamento (na prática, o fechamento) dos cursos que têm nota fraca ou deficiente. Seu atual presidente (desde 2004) é o bioquimico Jorge Almeida Guimarães e seu diretor de avaliação, o filósofo Renato Janine Ribeiro. A avaliação dos cursos de pós-graduação foi introduzida em 1976, pelo seu então diretor-geral (na época, o cargo máximo da agência, que depois se tornou fundação), o educador Cláudio de Moura Castro. Em 2007, uma nova lei atribuiu à Capes também o papel de estimular a formação de professores para o ensino básico, considerado o nível mais deficiente da educação brasileira.
DATAPREV
 Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social) é uma empresa pública brasileira responsável pelo processamento dos dados da Previdência social no Brasil. Sua Administração Central está localizada no Distrito Federal. Possui unidades em todos os estados da federação, atualmente distinguidas entre regionais e de atendimento. Seus computadores de grande porte estão localizados nas sedes da unidades regionais de São PauloRio de Janeiro e Brasília.
 Além disso, atualmente a Dataprev dispõe de quatro unidades de desenvolvimento de software: Unidade de Desenvolvimento Paraíba (UDPB), Unidade de Desenvolvimento Santa Catarina (UDSC), Unidade de Desenvolvimento Ceará (UDCE) e Unidade de Desenvolvimento Rio de Janeiro (UDRJ).
 CRIADO EM: 1974
Se tiver jovem lendo até aqui será difícil acreditar. O texto é longo e acho, eles ficaram pelo caminho. Mas devo continuar!
  1. ESTÁDIOS E COMPLEXOS ESPORTIVOS
Estádio Rei Pelé – AL ( foto 012)
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Inaugurado em 1970
Estádio Vivaldo Lima (Vivaldão) – AM (foto 013)
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Inaugurado em 1970
Estádio Gov. Plácido Castelo (Castelão) – CE (foto 014)
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Inaugurado em 1973
Estádio Mané Garrincha – DF (foto 015)
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Inaugurado em 1974
Estádio Serra Dourada – GO (foto 016)
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Inaugurado em 1975
Estádio Universitário Pedro Pedrossian (Morenão) – MS (foto 017)
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Inaugurado em 1971
Estádio José Fragelli (o Verdão) – MT (foto 018)
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Inaugurado em 1976
Estádio Gov. Magalhães Pinto (Mineirão) – MG (foto 019)
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Inaugurado em 1965
Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão) – PA (foto 020)
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Inaugurado em 1978
Estádio José Américo de Almeida Filho (Almeidão) – PB (foto 021)
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Inaugurado em 1975
Complexo Poliesportivo Pinheirão – PR (foto 022)
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Inaugurado em 1985
Estádio Gov. Alberto Tavares Silva (Albertão) – PI (foto 023)
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Inaugurado em 1976
Estádio Lourival Batista (o Batistão) – SE (foto 024)
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Inaugurado em 1969
  1. PORTOS MARÍTMOS
Porto de Aratu – BA
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 Porto de Aratu é um porto brasileiro localizado no estado da Bahia, nabaía de Todos os Santos, próximo à entrada do canal de Cotegipe, em frente à costa leste da ilha de Maré.
 O porto é responsável por 60% de toda a carga movimentada em modal marítimo na Bahia, portanto possui grande importância para aeconomia da Bahia, pois serve como meio de escoamento da produção e da entrada de produtos para o Pólo Petroquímico de Camaçari, oCentro Industrial de Aratu (CIA) e o Complexo da Ford deCamaçari.
 INAUGURADO EM 1975.
(foto 025)
Porto do Forno – Arraial do Cabo – RJ
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 Porto do Forno está localizado na extremidade norte da Praia dos Anjos, junto ao Morro da Fortaleza, no município de Arraial do Cabo, parte sudeste do litoral do Estado do Rio de Janeiro.
 INAUGURADO: em 1972.
(foto 026)
Porto de Tubarão – ES
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 Porto de Tubarão é um porto brasileiro localizado na ponta do mesmo nome, na parte continental do município de Vitória, capital do Espírito Santo. É um terminal graneleiro do Porto de Vitória.
 Inaugurado em 1966, é controlado pela Companhia Vale do Rio Doce. É o maior porto de exportação de minério de ferro do mundo e permite o acesso de navios de grande porte
 INAUGURAÇÃO: 1966
(foto 027)
Porto de Itaqui – MA
028
 O Porto do Itaqui está localizado no interior da Baía de São Marcos e seu acesso hidroviário não conta com a formação de barra. O canal acesso possui profundidade natural mínima de 27 metros e largura aproximada de 1,8 Km.
(foto 028)
  1. USINAS NUCLEARES
Construídas com o objetivo de assegurar energia para o desenvolvimento além da aquisição da tecnologia.
Angra 1
 Angra 1 é a primeira das usinas nucleares que deu origem à Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto

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 Os reatores de potência são maiores e se destinam à produção de energiapara a movimentação de naviossubmarinos, usinas átomo-elétricas, etc. A primeira usina átomo-elétrica brasileira está situada na Praia de Itaorna, em Angra dos ReisRio de Janeiro. O programa nuclear brasileiro vive um paradoxo: gastou demais para ser desativado.
 Em novembro de 1976, o Brasil assinou um acordo na Alemanha com a empresa KWU, do grupo Siemens, para a construção de oito reatores nucleares. Em vinte e dois anos, nenhum ficou pronto. A usinaAngra 2, em Angra dos Reis-RJ, consumiu 5,8 bilhões de dólares e requer mais 1,2 bilhão para ser concluída. As obras foram retomadas em março de 1996 e deverão acabar, diz-se, em 1999. No total, serão 7 bilhões de dólares por um reator de 1300 megawatts que pode ser adquirido pronto, hoje, por 1,5 bilhão de dólares.
 O grande inconveniente do processo de fissão está na produção de lixo radioativo, que deve ser armazenado adequadamente a fim de evitar qualquer tipo de contaminação do meio ambiente, com todas as conhecidas conseqüências para a vida dos seres humanos, animais e vegetais observadas em locais onde houve explosão de bombas atômicas.
Angra 2
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(foto 029 e 030)
IMBEL
 Indústria de Material Bélico (IMBEL) é uma empresa estatalbrasileira, criada em 1975 e ligada ao Ministério da Defesa.
 Seus objetivos são: colaborar no planejamento e na produção de materialbélico, através da transferência de tecnologia; incentivar a instalação de novas indústrias e prestar assistência técnica e financeira a estas; administrar industrial e comercialmente seu próprio parque de material bélico; e promover o desenvolvimento de outras atividades relacionadas a seus objetivos.
EMBRAER
 Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer) é uma empresa que fabrica aviões de pequeno e médio porte, para uso na aviação regional, executiva e agrícola, além de caças militares, aviões de sensoriamento remoto e para transporte de autoridades.
 É a terceira maior indústria do setor no mundo[1], atrás da Boeing eAirbus, e uma das maiores companhias exportadoras do Brasil, em termos de valor absoluto desde 1999 e hoje também, a maior fabricante de jatos executivos em pedidos em carteira.
 Sua sede localiza-se na cidade de São José dos Campos, interior do estado de São Paulo e possui diversas outras unidades, inclusive uma naChina, a Harbin Embraer.
 FUNDADA: EM 1969
Centro de Lançamentos de Alcântara – MA
 A segunda base de lançamentos de foguetes do Brasil foi denominada deCentro de Lançamento de Alcântara (CLA), foi criada em 1989 no estado do Maranhão. Destina-se a realizar missões de lançamentos de satélites e sedia os testes do Veículo Lançador de Satélites - (VLS). A base está situada na latitude 2°18’ Sul, tem uma área de 620 km² e o primeiro lançamento de um foguete foi em 1989.
 O CLA foi criado como substituto do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado no estado do Rio Grande do Norte, pois o crescimento urbano nos arredores do CLBI, não permitia ampliações da base.
 Devido a sua proximidade com a linha do equador, o consumo decombustível para o lançamento de satélites é menor em comparação a outras bases de lançamento existentes.
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(foto 031)
Montadoras de Automóveis
 CHEVROLET - No ano de 1968, a Chevrolet Brasil anuciou oficialmente o projeto do seu primeiro carros de passeio, o inesquecível e lendárioOpala.
 FORD – No ano de 1968 iniciou o projeto de lançamento de carro de passeio no Brasil.
 FIAT -No Brasil, segundo o site da montadora, a FIAT está instalada desde 1973 em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e hoje lidera a produção e as vendas no mercado do país, tornando-se a mais importante unidade produtora fora da Itália.
  1. ESQUADRA BRASILEIRA
 Na atualidade, a Esquadra brasileira encontra-se equipada com um navio-aérodromo, seis fragatas Classe Niterói modernizadas, três fragatasClasse Greenhalgh, quatro corvetas, um contratorpedeiro Classe Pará, dois navios-tanque, dois navios de desembarque-doca, um navio de desembarque de carros de combate, um navio de transporte de tropas, cinco submarinos, um navio-escola, um navio-veleiro e um navio de socorro submarino.
 A esta força no mar, nos céus somam-se um Esquadrão de Aviões AF-1 (A-4 Skyhawk), um Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque, um Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarinos, cinco Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral e um Esquadrão de Helicópteros de Instrução.
 Desde 1980 foi permitido a mulheres ingressarem na Marinha, em funções administrativas.
Navio Aerodromo São Paulo (foto 032)
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Lançado ao mar em 1957 foi incorporado em 2000 ao preço de 12 milhões de dólares
Fragatas Classe Niterói
F Niterói (F 40) – lançada ao mar em 1974 e incorporada em 1976 (foto 033)
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F Defensora (F 41) – Lançada ao mar em 1972 e incorporada em 1975 (foto 034)
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F Constituição (F 42) – Lançada ao mar em 1974 e incorporada em 1976 (foto 035)
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F Liberal – Lançada ao mar em 1975 e incorporada em 1976 (foto 036)
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F Independência (F 44) - Lançada ao mer em 1979 e incorporada em 1980 (foto 037)
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F União (F 45) – Lançada ao mar e incorporada em 1980 (foto 038)
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Fragatas Classe Greenhalg
F Greenhalg (F 46) – Lançada ao mar em 1976 e incorporada em 1996 (foto 039)
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F Dodsworth (F 47) – Lançada ao mar em 1978, incorporada em 1996 e baixada em 2004 (foto 040)
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F Bosísio (F 48) – Lançada ao mar em 1980 e incorporada em 1996 (foto 041)
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FD Rademaker (F 49) – Lançada ao mar em 1977 e incorporada em 1996 (foto 042)
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Meios Aéreos da Marinha
Aeronave Skyhawk AF-1 e AF-1A – Fabricados em 1973 e incorporados em 1990
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  1. OUTROS GIGANTES & REALIZAÇÕES
INFRAERO
 Infraero (sigla para Empresa Brasileira de InfraestruturaAeroportuária) é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta, vinculada ao Ministério da Defesa. Criada pela Lei nº 5862, em 12 de dezembro de 1972, a empresa é responsável pela administração dos principais aeroportos do país. No total, são 67 aeroportos, que movimentaram mais de 82 milhões de passageiros em2003, e 81 unidades de apoio à navegação aérea. Obteve lucro líquido de 240 milhões de reais em 2004.
ELETROBRAS
 Eletrobrás é uma empresa de economia mista e de capital aberto sob controle acionário do Governo Federal brasileiro e atua como umaholding, controlando empresas de geração e transmissão de energia elétrica.
 Criada em 1962 para coordenar todas as empresas do setor elétrico, a reestruturação do setor reduziu as responsabilidades da empresa, com a criação da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, do Operador Nacional do Sistema - ONS e da Câmara Comercializadora de Energia Elétrica - CCEE.
 Tem como empresas subordinadas, entre outras:
 Chesf
 Eletrosul
 Furnas
 CGTEE
 CEPEL
 A Eletrobrás detém ainda 50% da Itaipu Binacional.
EMBRAPA
 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) é uma instituição pública brasileira vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, criada em 26 de abril de 1973, cujos objetivos são a produção de conhecimento científico e desenvolvimento de técnicas de produção para a agricultura e apecuária brasileira.
 Tem como missão viabilizar soluções para o desenvolvimento sustentável do espaço rural, com foco no agronegócio, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias, em benefício dos diversos segmentos da sociedade brasileira.
 Atua com um sistema composto de 38 Centros de Pesquisa, três serviços e onze unidades centrais, estando presente em quase todos os Estados da Federação, com 8.619 empregados, dos quais 2.221 são pesquisadores, e um orçamento acima de 1 bilhão de reais anuais.
 Está sob a sua coordenação o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária-SNPA, constituído por instituições públicas federais, estaduais, universidades, empresas privadas e fundações, que, de forma cooperada, executam pesquisas nas diferentes áreas geográficas e campos do conhecimento científico.
 Em termos de cooperação internacional, a Empresa mantém 68 acordos bilaterais de cooperação técnica com 37 países e 64 instituições, bem como acordos multilaterais com 20 organizações internacionais, envolvendo principalmente a pesquisa em parceria. Mantém ainda laboratórios para o desenvolvimento de pesquisa em tecnologia de ponta nos Estados UnidosFrança e Holanda, além de um escritório em Gana para compartilhar conhecimento científico e tecnológico com o continente africano
FGTS
 Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é constituído pelo total dos depósitos mensais que os empregadores depositam nas contas FGTS abertas na Caixa Econômica Federal em nome dos seusempregados, cuja finalidade é dar suporte financeiro aos trabalhadores, principalmente na hipótese de demissão sem justa causa, mas também em outra situações específicas.
 Os recursos do FGTS são destinados ainda para aplicações nas áreas dehabitaçãosaneamento e infra-estrutura.
PIS/PASEP
 Programa de Integração Social, mais conhecido como PIS, é uma contribuição social de natureza tributária, devida pelas pessoas jurídicas, com objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego e do abono para os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos.
 Quando foi instituído, o PIS tinha a finalidade de promover a integração do empregado na vida e no desenvolvimento das empresas, viabilizando melhor distribuição da renda nacional.
 Atualmente o abono do PASEP (funcionários públicos) é pago no Banco do Brasil, enquanto que o abono do PIS (funcionários de empresas privadas) é feito na Caixa Econômica Federal.
POLÍCIA FEDERAL
 Departamento de Polícia Federal (também chamada de DPF ou PF) é um órgão subordinado ao Ministério da Justiça, cuja função é, de acordo com a Constituição de 1988, exercer a segurança pública para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoase do patrimônio.
 DATA DA DENOMINAÇÃO: 1967
EMBRAER (já mostrada)
 A Embraer nasceu como uma iniciativa do governo brasileiro dentro de um projeto estratégico para implementar a indústria aeronáutica no país, em um contexto de políticas de substituição de importações.
 Foi fundada no ano de 1969, e seu primeiro presidente foi o engenheiroOzires Silva, que havia liderado o desenvolvimento do aviãoBandeirante.
 Inicialmente, a maior parte de seu quadro de pessoal formou-se peloInstituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) do Centro Técnico Aeroespacial (CTA). De certa maneira, a Embraer nasceu dentro do CTA.
 No ano de 1980, houve uma fusão com a Indústria Aeronáutica Neiva, que se tornou sua empresa subsidiária.
 Durante as décadas de 70 e 80, a Embraer conquistou importante projeção nacional e internacional com os aviões BandeiranteXingu eBrasília.
 Atualmente a empresa encontra-se em ascendência, com muitos contratos de venda, e expandindo-se não somente em espaço físico, mas também em número de empregados, contando hoje cerca de 20.000 funcionários, dois quais aproximadamente doze mil são diretos e oito mil indiretos.
BANCO CENTRAL DO BRASIL
044
 Banco Central do Brasil é autarquia federal integrante doSistema Financeiro Nacional, sendo vinculado ao Ministério da Fazenda do Brasil. Assim como os outros bancos centrais domundo, o brasileiro é a autoridade monetária principal do país, tendo recebido esta competência de três instituições diferentes: aSuperintendência da Moeda e do Crédito (SUMOC), o Banco do Brasile o Tesouro Nacional.
 O Banco Central foi criado em 31 de dezembro de 1964, com a promulgação da Lei nº 4.595.
(foto 044)
BANCO DA AMAZÔNIA S/A
045
 Fundado durante a II Guerra Mundial por Getúlio Vargas sob o nome deBanco de Crédito da Borracha, o Banco da Amazônia S.A tinha como principal finalidade financiar o reaquecimento da extração de látex no Estado do Pará (O Segundo Ciclo da Borracha).
 Em 1966 o governo militar muda seu nome para Banco da Amazônia S.A. ou simplesmente BASA. É a principal instituição financeira federal de fomento com a missão de promover o desenvolvimento da região amazônica. Possui papel relevante tanto no apoio à pesquisa quanto no crédito de fomento, respondendo por mais de 60% do crédito de longo prazo da Região. Presente principalmente nos estados da Amazônia Legal, cerca de 59% do território nacional, possuindo também agências nas seguintes capitais: Brasília, São Paulo, Rio de janeiro e Porto Alegre. É um banco estatal pertencente ao governo federal, com papéis sendo negociados na Bovespa. Opera com exclusividade o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e ainda atende com outras fontes como: BNDES, Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), Fundo da Marinha Mercante, Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), Orçamento Geral da União e recursos próprios. Sua sede é situada na Avenida Presidente Vargas, em Belém do Pará.
(foto 045)
SUDAM
 O Sudam, é uma Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia. É uma extinta autarquia do governo federal do Brasil, criada no governo de Castelo Branco em 1966, com a finalidade de promover o desenvolvimento da região amazônica, criando incentivos fiscais e financeiros especiais para atrair investidores privados, nacionais e internacionais.
 A SUDAM veio a substituir uma outra autarquia denominadaSuperintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia(SPVEA), criada por Getúlio Vargas em 1953. Também tinha o objetivo de desenvolver a região amazônica.
 Em 24 de agosto de 2001, o presidente Fernando Henrique Cardoso, na medida provisória nº. 2.157-5, criou a Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA), e extinguiu a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), devido às inúmeras denúncias de corrupção envolvendo a organização.
 Esta decisão foi tomada após várias críticas quanto à eficiência desta autarquia, passando a ser a responsável pelo gerenciamento dos programas relativos à Amazônia Legal.
REDE FERROVIÁRIA FEDERAL
046
 Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFFSA) foi umaempresa estatal brasileira de transporte ferroviário, que cobria boa parte do território brasileiro.
 dissolvida de acordo com o estabelecido no Decreto nº 3.277, de 7 de dezembro de 1999, alterado pelo Decreto nº 4.109, de 30 de janeirode 2002, pelo Decreto nº 4.839, de 12 de setembro de 2003, e pelo Decreto nº 5.103, de 11 de junho de 2004, reunia 18 ferroviasregionais, e tinha como intuito promover e gerir o desenvolvimento no setor de transportes ferroviários. Seus serviços estenderam-se por 40 anos antes de sua desestatização, operando em quatro das cinco regiões brasileiras, em 19 unidades da federação.
 A RFFSA existiu por 50 anos e 76 dias, sendo oficialmente extinta por força da MP nº 353, de 22 de janeiro de 2007, convertida na Lei Federal n° 11.483, de 31 de maio de 2007.
(foto 046) – Antiga sede da RFFSA em Juiz de Fora - MG
MOBRAL
 Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) foi um projeto do governo brasileiro, criado pela Lei número 5.379, de 15 de dezembro de 1967, e propunha a alfabetização funcional de jovens e adultos, visando "conduzir a pessoa humana (sic) a adquirir técnicas de leitura, escrita e cálculo como meio de integrá-la a sua comunidade, permitindo melhores condições de vida". Este movimento, mantido pelo governo federal durante a ditadura militar, visava a instrumentalizar o cidadão e torná-lo capaz de exercer sua cidadania. No entanto, o MOBRAL se limitou a alfabetizar de maneira funcional, não oferecendo uma formação mais abrangente, que capacitasse ao verdadeiro exercício da cidadania. Durante anos, jovens e adultos frequentaram as aulas do MOBRAL, sem atingir um nível aceitável de alfabetização ou letramento. A recessão econômica iniciada nos anos oitenta inviabilizou a continuidade do MOBRAL que demandava altos recursos para se manter. Seus Programas foram assim incorporados pela Fundação Educar.
RODOVIA TRANSAMAZÔNICA
 Rodovia Transamazônica (BR-230), projetada pelo general Emílio Garrastazu Médici (ditador de 1969 a 1974) sendo uma das chamadas "obras faraônicas" devida as suas proporções gigantescas, realizadas pelo regime militar, é a terceira maior rodovia do Brasil, com 2,300 km de comprimento, cortando os estados brasileiros de Pará e Amazonas, nasce na cidade de Cabedelo na Paraiba. É classificada como rodovia transversal. Em grande parte, a rodovia não é pavimentada.
 Planejada para integrar melhor o Norte brasileiro com o resto do país, foi inaugurada em 30 de agosto de 1972. Inicialmente projetada para ser uma rodovia pavimentada com 8 mil quilometros de comprimento, conectando as regiões Norte e Região Nordeste do Brasil com o Peru e oEquador, não sofreu maiores modificações desde sua inauguração.
RODOVIA PRESIDENTE DUTRA
 Rodovia Presidente Dutra (BR-116, também SP-60 no estado de São Paulo) faz a ligação entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.
 Possui extensão total de 402 km, no iniciando-se no Trevo das Margaridas, no Rio de Janeiro e terminando no acesso à Marginal Tietê, em São Paulo.
 No estado do Rio de Janeiro, a rodovia tem extensão de 171 km, e no estado de São Paulo, 231 km.
 A Via Dutra é considerada a rodovia mais importante do Brasil, não só por ligar as duas metrópoles nacionais, mas bem como atravessar uma das regiões mais ricas do país, o Vale do Paraíba e ser a principal ligação entre o Nordeste e o Sul do Brasil.
 Durante a década de 1960 a pista é duplicada em vários trechos. Em 1967é entregue a via duplicada em toda extensão, tornando-se a principal autopista brasileira.
 Na década de 1970 o tráfego na Dutra é aliviado pela construção, pelo governo paulista, de uma via expressa entre São Paulo eItaquaquecetuba, denominada de Rodovia dos Trabalhadores, ouRodovia Ayrton Senna. Esta via é prolongada na década de 1990 até a cidade de Taubaté, sob o nome de Rodovia Governador Carvalho Pinto.
ZONA FRANCA DE MANAUS
 A Zona Franca de Manaus (ZFM) é um modelo de desenvolvimento econômico implantado pelo governo brasileiro objetivando viabilizar uma base econômica na Amazônia Ocidental, promover a melhor integração produtiva e social dessa região ao país, garantindo a soberania nacional sobre suas fronteiras. A mais bem-sucedida estratégia de desenvolvimento regional, o modelo leva à região de sua abrangência (estados da Amazônia Ocidental: AcreAmazonas,Rondônia e Roraima e as cidades de Macapá e Santana, no Amapá) desenvolvimento econômico aliado à proteção ambiental, proporcionando melhor qualidade de vida às suas populaçõesO primeiro teve maior ascensão até o final da década de 80, quando oBrasil adotava o regime de economia fechada. O industrial é considerado a base de sustentação da ZFM. O Pólo Industrial de Manaus possui mais de 500 indústrias de alta tecnologia gerando mais de meio milhão de empregos, diretos e indiretos. O Pólo Agropecuário abriga projetos voltados à atividades de produção agroindústria, piscicultura, turismo, beneficiamento de madeira, entre outras.

ENQUANTO O GOVERNO DA PRESIDENTE DILMA /LULA,PT E CIA ACABAM COM A NOSSA PETROBRÁS E DESTROEM O NOSSO BRASIL ,ELES FIZERAM HISTORIA E QUE DITOS FILOSOFOS,SOCIOLOGOS DA FALSA ESQUERDA NÃO GOSTAM QUE O POVO ESPECIALMENTE OS MAIS JOVENS SAIBA ,


  
  Presidente Humberto Castello Branco
         15/04/1964 a 15/03/1967
Está mais do que confirmado, inclusive por alguns participantes da luta armada, que a verdadeira intenção dos "resistentes", como alguns se intitulam, não era, apenas, derrubar o regime militar e sim implantar uma ditadura marxista-lenista. Se os militares não tivessem desfechado a Contra-Revolução em 1964,  uma  ditadura comunista estaria implantada no Brasil e estaríamos, até hoje, subjugados a um modelo ditatorial comunista, semelhante ao cubano, ou, no mínimo, estaríamos como a Colômbia, lutando, há mais de 40 anos,  contra uma guerrilha semelhante a que é mantida pelas Farc. Essa verdade não é revelada...
 Nega-se também que  a base do desenvolvimento do  país,  a infra-estrutura de hoje, foi criada e implantada durante o regime militar. 
Aproveitando o 46º aniversário da Contra -Revolução vamos relembrar algumas realizações do governo militar:
- Restabelecimento da autoridade por 21 anos;

- Criação de 13 milhões de empregos;
- A Petrobrás aumentou a produção de 75 mil para 750 mil 

 
       Presidente  Arthur da Costa e Silva
           15/03/1967 a 31/08/1969

barris/dia de petróleo;
- Estruturação das grandes construtoras nacionais;
- Crescimento do PIB de 14%;
- Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
- Criação da Eletrobrás;
- Implantação do Programa Nuclear;
- Criação da Nuclebrás e subsidiárias;
- Criação da Embratel e Telebrás (antes, não havia 'orelhões' nas ruas nem se falava por telefone entre os Estados);
- Construção das Usinas Angra I e Angra II;
- Desenvolvimento das Industrias Aeronáutica e Naval (em 1971 o Brasil foi o 2º maior construtor de navios do mundo);
- Implantação do Pró-álcool em 1976 (em 1982, 95% dos carros no país rodavam a álcool);
- Construção das maiores hidrelétricas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú;
- Brutal incremento das exportações, que cresceram de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões; o país ficou menos   dependente do café, cujo valor das exportações passou de mais de 60% para menos de 20% do total;
- Rede de rodovias asfaltadas, que passou de 3 mil para 45 mil km;
- Redução da inflação galopante com a criação da Correção Monetária, sem controle de preços e sem massacre do funcionalismo público;
- Fomento e financimento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;

  
 Presidente Emílio Garrastazu Médici
       30/10/1969 a 15/04/1974

- Aumento dos cursos de mestrado e doutorado;
- INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
- Criação do FUNRURAL - a previdência para os cidadãos do campo;
- Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
- Criação do FGTS, PIS, PASEP; (**)
- Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos); (**)
- Duplicação da rodovia Rio-Juiz de Fora;
- Criação da EBTU;
- Implementação do Metrô em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;
- Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);
- Implementação dos Pólos Petroquímicos em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
- Investimentos na prospecção de petróleo no fundo do mar que redundaram na descoberta da bacia de Campos em 1976;
- Construção do Porto de Itaquí e do terminal de minério da Ponta da Madeira, na Ilha de S. Luís, no Maranhão;
- Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país; 

  
              Presidente Ernesto Geisel
              15/03/1974 a 15/03/1979


- Promulgação do 'Estatuto da Terra', com o início da Reforma Agrária pacífica;
- Polícia Federal;
- Código Tributário Nacional;
- Código de Mineração;
- Implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus;
- IBDF - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
- Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
- Reforma do TCU;
- Estatuto do Magistério Superior;
- INDA - Instituto de Desenvolvimento Agrário;
- Criação do Banco Central (DEZ 64);
- SFH - Sistema Financeiro de Habitação;
- BNH - Banco Nacional de Habitação; (***)

- Construção de 4 milhões de moradias;
- Regulamentação do 13º salário;
- Banco da Amazônia;
- SUDAM;
- Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, Habitacional, Política e Universitária;
- Ferrovia da soja;
- Rede Ferroviária ampliada de 3 mil e remodelada para 11 mil Km;
  
 Pres João Baptista de Oliveira 
 Figueiredo - 
15/03/1979 a 15/03/1985
- Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;
- Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;
- Matrículas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;
- Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);
- Estabelecimentos de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;
- Crédito Educativo;
- Projeto RONDON;
- MOBRAL;
- Abertura da Transamazônica com instalação de agrovilas;
- Asfaltamento da rodovia Belém-Brasília;
- Construção da usina hidrelétrica de Boa Esperança, no Rio Parnaíba;
- Construção da Ferrovia do Aço (de Belo Horizonte a Volta Redonda);
- Construção da Ponte Rio-Niterói;
- Construção da rodovia Rio-Santos (BR 101); e

terça-feira, 11 de novembro de 2014

BRASIL um País Dividido?


Só insensatos duvidam que a união faz a força. Quanto mais dividido um país, mais fraco ele fica.  Por isso, os impérios, sempre usaram a estratégia de dividir os povos a conquistar.

“Divide et impera” foi o lema da Roma Antiga, durante os setecentos anos em que dominou o mundo, e de outros, antes dela. Tem sido seguido, com   semelhante perfídia e brutalidade, pelo império britânico e por seu sucessor, o angloamericano,  nestes 350 anos.

O Brasil é vítima da predação imperial, desde quando exportava suas mercadorias sob direção das casas comerciais britânicas e tinha as finanças externas e a infra-estrutura controladas por bancos e empresas estrangeiras.

Ao aparecer, com capitais nacionais,  a promissora industrialização, na 1ª metade do século XX, antes, durante e depois da Revolução de 1930, o império, descontente com isso, fomentou o divisionismo em nosso País, justamente em São Paulo, onde despontara a industrialização, e de onde saía o café e outros produtos  exportados.

No início dos anos 30, tendo as receitas da exportação caído 2/3 em relação a 1929, sobreveio a falsamente denominada revolução constitucionalista de 1932.  De fato, o governo chefiado por Vargas já organizava eleições e o processo que culminou na Constituição de 1934.

O movimento de 5 de julho de 1932, de conotações separatistas, visava, na realidade, sustar a industrialização e reamarrar o comércio exterior à finança e à direção imperiais.

Foi liderado pelos  barões da pseudo-elite agrária da Av. Paulista, econômica e culturalmente vinculados a Londres, juntamente com a grande mídia prostituída.

Atitude irracional, pois o  retrocesso ao modelo colonial prejudicaria os industriais e até os cafeicultores, que estavam sendo salvos da ruína pela política do presidente Vargas, através da compra pelo governo dos invendáveis estoques de café e de sua queima.

Esse é um  dos antecedentes do presente tsunami de ignorância, que leva os pró-imperiais de hoje a alimentar mentiras, como a que atribui as misérias do País ao Nordeste e ao Norte,  quando elas  provêm do modelo dependente, adotado a partir da queda de Vargas, em 1954, quando a política passou a favorecer os carteis transnacionais. 

É por causa desse modelo que a economia do Brasil se desnacionaliza e se desindustrializa, que as transferências de renda das transnacionais para o exterior só aumentam e que se criaram mecanismos para fazer crescer, sem parar, a dívida pública.

Para poder encobrir os fatos importantes,  o império, desde os anos 50,  investe bilhões de dólares, em contracultura, desinformação e aviltamento dos padrões éticos e culturais, além de cooptação de pessoas em todas as instituições públicas e privadas de maior porte.

Essa é a corrupção da grossa, incrementada aceleradamente nos mandatos de FHC (1995-2002),  que a mídia sequer menciona. É a que faz dezenas de milhões de brasileiros crerem  que um governo do  PSDB,  vinculadíssimo aos interesses imperiais reduza, e não aumente, a  corrupção.

Apesar do tsunami de ignorância gerado pelo império e das fraudes eleitorais, o povo brasileiro escapou da radicalização do entreguismo. Entretanto, não escapou de seu avanço, impregnado que está na estrutura econômica e nas instituições. 

A presidente é alvo de intensa campanha de desestabilização, visando, no mínimo, a acuá-la a fazer concessões mais radicais que as que têm feito a banqueiros e transnacionais.

As influências imperiais estão dentro do próprio Executivo e suas agências reguladoras, e também  no PT, que nunca mostrou consciência clara da questão nacional em face das transnacionais e das potências que as representam.

Além disso, o Congresso e os executivos e legislativos estaduais têm composições cada vez menos favoráveis aos interesses do País, e  os demais poderes e instituições da República estão grandemente infiltrados  pelos esquemas pró-imperiais.

Ilustrativa de não ter cessado a campanha de desestabilização da presidente, sequer no dia das eleições, foi a balela proclamada nas grandes redes de TV, na mesma noite do resultado, segundo a qual o País estaria dividido, diante do apertado o resultado das urnas.

Logo a seguir, comentaristas e pseudocientistas políticos passaram a difundir a estória de que a divisão do País se manifesta ao longo de linhas de classes sociais e de áreas geográficas.

Mais relevante do que fomentar a divisão entre as regiões Norte e Nordeste e o Sul, seria reconhecer a falta de acesso do grosso da população do País inteiro a condições de vida condizentes com os excelentes recursos naturais do País e com as possibilidades tecnológicas dele, se não tivesse sido alijado do real desenvolvimento, devido ao modelo econômico dependente.

Esse modelo causa o endividamento,  os juros absurdos, as transferências de renda ao exterior, o atraso tecnológico e tudo mais que enfraquece o País. 

Ele vem de  meados dos anos 50,  sendo, pois, ridículo atribuir suas mazelas só ao presente Executivo federal. Cabe, condenar, em primeiro lugar, governos que mais contribuíram para acentuá-las.

O ridículo chega ao absurdo, quando os entreguistas acusam o Executivo de que sua política econômica afugenta os investidores. Ora, o montante dos investimentos, mormente os estrangeiros, nunca foi tão alto. Entretanto, mais que proporcionalmente crescem as transferências de renda e de supostas despesas para o exterior, e mais ainda as de recursos reais.

É o modelo de dependência financeira e tecnológica que faz minguar verbas para os investimentos produtivos e sociais, e também direcionar erradamente boa parte deles.

Ora, quanto maior o espaço geográfico do mercado nacional, mais cada região tem a ganhar com o comércio e a interação financeira internos.

De todo o exposto, decorre que o império, primeiramente tratou de desestruturar o País como um todo. Isso o amoleceu para a etapa seguinte: desmembrá-lo, como se delineia, em face das demarcações de supostas terras indígenas, sobre tudo na Amazônia, entregando-as ao controle de fundações, ONGs e igrejas controladas pelos oligarcas donos dos carteis mineradores de âmbito  mundial.

Outra vertente do projeto separatista parece ser a radicalização da ignorância política e econômica, que investe nas diferenças regionais e de classes de renda.

Essa está imbricada com o divisionismo ideológico direita/esquerda. O império angloamericano o tem fomentado, em todo o mundo,  desde os tempos da revolução francesa. No Brasil, muito contribuiu para acirrá-lo, a tentativa de golpe comunista em 1935.

Especialmente em função da geopolítica, nunca foram altas as chances de o partido comunista chegar ao poder, mesmo em curtos períodos pós-2ª Guerra Mundial, em que contou com recursos e teve apreciável  penetração eleitoral. De qualquer forma,  a suposta ameaça comunista encaixou-se como uma luva na estratégia imperial para fazer abortar o desenvolvimento do Brasil.

Assim, qualquer coisa que implicasse modificar a arcaica estrutura social e que não fosse favorável aos carteis econômicos e financeiros transnacionais, passou a ser associada ao comunismo, na versão da grande mídia e dos demais instrumentos da intervenção imperial angloamericana.

Não só empresas transnacionais, mas também industriais e outros empresários nacionais investiram para derrubar os governos voltados para o desenvolvimento industrial e tecnológico.

Mas os proprietários brasileiros foram expropriados - não, como temiam, pelos comunistas - mas, sim, pelo capital estrangeiro, privilegiado com favores inacreditáveis por governos egressos de golpes cuja direção, como, em 1954, era orientada de fora do País.

Esse resultou da armação por serviços secretos estrangeiros de atentado para supostamente matar um adversário do presidente, no qual foi morto um oficial da Aeronáutica.  Os comunistas não apoiavam Vargas e até o criticavam.

Em 1964, a par das provocações suscitadas para envolver o governo em atos de indisciplina de militares, houve intensa campanha para que fossem vistos como de molde comunista os projetos de reforma econômica e social de Goulart.

Apesar de o PT não representar resistência séria à intensificação do modelo dependente, ele nasceu sob falsas bandeiras vermelhas, para dividir a esquerda e, em última análise, participar dos golpes do sistema para cortar as chances de Leonel Brizola.

Apesar também da política externa simpática a governos vizinhos  de inclinação bolivariana, embora não partilhando dela, a retórica e os clichês do PT e sobre ele oferecem campo fértil ao império angloamericano para pressionar a presidente  e intensificar as ações para a sua desestabilização.

Se preparem para a maior redução de renda e emprego como nunca antes na história deste país

No começo de 2014, o ministro Guido Mantega anunciava que o “superávit primário” seria de R$ 99 bilhões. Ocorreu o contrário, até outubro, o “déficit” acumulado era de R$ 15,3 bilhões. Expressando a deterioração das contas públicas. O superávit primário é a poupança oficial para pagamento dos juros da dívida pública. Agora o governo Dilma Rousseff está pretendendo encaminhar ao Congresso, projeto de lei alterando a meta do “superávit”. A Lei de Responsabilidade Fiscal foi claramente descumprida. Exemplo: nesse ano eleitoral as despesas cresceram em 13,2%, enquanto as receitas, mesmo com a extravagante carga tributária, cresceram 7,2%.


Os marqueteiros estipendiados por milhões de reais terão muito trabalho para comprovar que os números citados são devaneios de pessimistas que não acreditam no Brasil. Felizmente, na economia, não existe, “mágica mentirosa de marqueteiro”, que atropele a verdade. As contas públicas brasileiras estão em situação deplorável, caótica. Acrescido da situação real do fato de o Brasil não ter os fundamentos econômicos básicos para o crescimento. A baixa credibilidade do governo não se recuperará com a nomeação de um novo ministro da Fazenda, como muitos incautos acreditam. Tampouco a elevação da taxa de juros, três dias depois da reeleição. O cenário da economia brasileira para os próximos anos será dramática. A incerteza frequentará o cotidiano dos brasileiros.

O modelo intervencionista da chamada nova “matriz econômica”, gerou a realidade hoje vivenciada: 1) crescimento econômico em 2014, próximo do zero; 2) investimento nas atividades produtivas em declínio; 3) consumidor vivenciando ciclo de endividamento angustiante; 4) perda de competitividade no comércio externo; 5) dívida pública em crescimento cavalar; 6) inflação aumentando e ultrapassando a meta estabelecida no seu teto máximo; 7) vários preços administrados (tarifas públicas) defasados e exigindo correção; 8) os bancos públicos, ante a concessão de empréstimos com critérios duvidosos, vem acumulando “créditos podres”. Exemplo: o brasileiro comum paga juros de 183% ao ano, no cheque especial; grandes empresários, amigos do poder (exemplo: Friboi e outros privilegiados), pagam juros de 6% ao ano, ao BNDES, abaixo da inflação. O subsídio é bancado pelo Tesouro Nacional. Sanear os bancos estatais terá alto custo para a sociedade. É  um conjunto multiplicativo de problemas gerados pelo governo Dilma Roussef.

Resultado: renda e emprego serão vitimados nos próximos anos, atingindo os trabalhadores  e as camadas mais pobres da população. A economista Silvia Matos, da Fundação Getulio Vargas, prevê “que o crescimento em 2015 será fraco, perto de 1%, depois de um ano de crescimento zero, é muito pouco”. Vale dizer, o próximo ano será péssimo. E 2016 vai depender do ajuste fiscal que torna-se imperativo para recolocar a economia brasileira em rota razoável. O ajuste das contas públicas oferece duas alternativas: ou corta as despesas na raiz ou aumenta impostos, elevando a inflação. Pela razão direta de impostos altos, serem repassados aos preços. Sem ajustes das contas públicas, teremos gradualismo destruturante da economia com “crescimento pífio” para 2016, 2017 e 2018, quer dizer, todo o segundo mandato do atual governo.

Ex-diretor do Banco Central, no governo Lula da Silva, o economista Alexandre Schwartsman, na “Folha de S.Paulo” (5-11-2014), afirma que “o tamanho do ajuste fiscal requerido para por a casa em ordem é praticamente sem precedentes”. Atestando: “É inviável atingir tal melhora em apenas um ano. Trata-se de um programa de ajuste para ser realizado em três anos, contra um pano de fundo de uma administração que não apenas se mostrou incapaz de atingir suas metas mas que também deliberadamente produziu a maior deterioração fiscal de que se tem notícia no país nos últimos 20 anos.”

A rigor, o modelo centralizador responsável pela “contabilidade criativa”, na estratégia equivocada de aumentar sem limites as despesas públicas, acreditando na geração do crescimento, deu com os burros n’água. Parodiando o grande poeta Carlos Drummond de Andrade: “E agora Dilma/ a fonte secou/ a crise chegou/ o desemprego crescerá/ a economia se estrangulou”. A esperança é convocar o baiano João Santana, para vender pelo “marketing do engodo”, que tudo isso é “lorota” de brasileiros pessimistas que não acreditam no futuro do grande país que o governo está construindo. Os desinformados e os mal intencionados continuarão acreditando na “incompetência vitoriosa”, alicerçada na propaganda nefasta e enganadora.

O Custo da violência no Brasil já é bem maior do que a de países em guerra declarada ,,


O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será lançado na próxima terça-feira, mostrará que o problema da violência custa para o Brasil o equivalente a 5,4% do Produto Interno Produto (PIB).

No ano de 2013, o montante desperdiçado atingiu R$ 258 bilhões.

A maior parte deste valor, R$ 114 bilhões, é resultado justamente da perda de capital humano - no País em que 56 mil pessoas morrem anualmente de forma violenta.


Custo Social da Violência

Além dos R$ 114 bilhões gerados pela perda de capital humano, entram na conta dos custos da violência R$ 39 milhões de gastos com contratação de serviços de segurança privada, R$ 36 bilhões com seguros contra roubos e furtos e R$ 3 bilhões com o sistema público de saúde.

A soma destas despesas, que chegou a R$ 192 bilhões em 2013, ou 3,97% do PIB, é classificada no estudo como “custo social da violência”.

O valor pode ser ainda maior, porque os gastos com pessoas que ficam inválidas em razão da violência, por exemplo, não entraram no cálculo.

Outros números

Completam os custos da violência no país os R$ 4,9 bilhões para manter as prisões e unidades de cumprimento de medidas socioeducativas.

Também são contabilizados os investimentos governamentais de R$ 61,1 bilhões em segurança pública.

Na avaliação dos responsáveis pela elaboração do anuário, o último número é uma prova de que o problema da área não é falta de recursos, e sim seu mau uso.


Comparações assustadoras

Em 2013, o investimento público em segurança cresceu 8,65% (patamar superior ao aumento da inflação e ao crescimento da economia) em relação ao ano anterior.

O gasto dos governos federal, estaduais e municipais com o setor no ano passado representou 1,26% do PIB.

Os Estados Unidos gastam 1% e a União Europeia, 1,3%. 

Mas, enquanto o Brasil teve 24,8 homicídios por grupo de 100 mil habitantes no ano passado, os Estados Unidos registram uma taxa de 4,7 e a União Europeia, de 1,1. 



Camadas da Violência

O BRICS Policy Center convida para o Colóquio "Camadas de violência: Um estudo comparativo de policiamento entre Rio de Janeiro e Recife".

A palestrante será Marta-Laura Suska, pesquisadora da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA.

O evento acontece na biblioteca do BPC (Rua Dona Mariana, 63 - Botafogo - Rio de Janeiro), dia 18 de novembro, às 16hs.