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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

TODOS OS DIAS ESCANDALOS ,Dilma pegou “emprestado” R$ 24 bilhões em segredo com chineses. Para que? Cadê esse dinheiro?

Ao que tudo indica, Dilma continua com sua “mania” de não falar a verdade. Depois de participar de solenidade no Palácio do Planalto de lançamento do programa Bem Mais Simples, a presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira, 26, que não é necessário a União socorrer a Petrobras.
De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o governo já acenou com uma ajuda para a empresa de até R$ 6 bilhões, segundo fonte da cúpula da companhia. A ajuda serviria para reforçar o caixa da Petrobras em um período de turbulência, com a sucessão de denúncias de corrupção envolvendo a estatal.
Uma outra questão precisa ser esclarecida com urgência pelo governo. Notícias divulgadas no exterior hoje dão conta de que Bancos estatais da China emprestaram US$ 8,6 bilhões ao Brasil, sem que nenhuma informação sobre tais empréstimos tenham sido divulgadas à população. Link da matéria aqui 
Levantados por Kevin Gallagher, professor da Universidade de Boston, os dados mostram o crescente envolvimento financeiro da China na América Latina, O interesse dos chineses é garantir o acesso ao petróleo barato, com objetivo de acumular reservas estratégicas, aproveitando-se da fragilidade de economias como o Brasil no momento atual.
Dilma teria recorrido aos empréstimos chineses em virtude da dificuldade que a Petrobras encontra para captar recursos no exterior após as constantes denúncias de corrupção na empresa, de onde já foram desviados pelo menos  R$ 88,6 bilhões, segundo a ex-presidente da estatal, Graça Foster.
Questionada pelo Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado, sobre o eventual socorro da União à Petrobras, Dilma levantou as mãos, fez um aceno negativo e limitou-se a responder: “Não é necessário”.
O rebaixamento da nota de crédito da Petrobras pela agência Moody’s caiu como um balde de água fria na equipe econômica do governo. A preocupação do Palácio do Planalto é que o rebaixamento da estatal contamine a nota de crédito dos títulos brasileiros, justamente numa hora em que o governo luta pelo ajuste fiscal e a equipe econômica tenta recuperar a credibilidade junto ao mercado financeiro.
Dilma precisa ainda prestar maiores esclarecimento à população sobre os US$ 8,6 bilhões, ou cerca de R$ 24 bilhões de reais, que tomou emprestado junto aos Bancos estatais da China. Quais foram as condições, os prazos, os juros, as garantias dadas aos chineses e o mais importante: onde Dilma enfiou todo este dinheiro

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

GUERRILEIRAS OU MARGINAIS ???? Estas Mulheres foram à Luta Armada


Em setembro de 1996 a revista “Marie Claire” publicou uma reportagem com o título acima, resultado de uma entrevista com seis mulheres que “foram à luta armada”.
É interessante recordar essa matéria. Muitos dirão: “Caramba! Eu não sabia!”. Em nenhuma outra época no Brasil se viu tanta mulher pegar em armas. Participaram de atentados, seqüestros de diplomatas e de aviões comerciais, assassinatos de policiais e militares, “justiçamentos” e das guerrilhas urbana e rural. Segundo o “Dossiê de Mortos e Desaparecidos Políticos a partir de 1964”, editado pelo grupo “Tortura Nunca Mais”, 24 foram mortas e 20 estão desaparecidas. Embora seja difícil fazer as contas, participaram da luta armada cerca de 100 mulheres.

Dulce de Souza Maia, militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), foi uma das primeiras mulheres e pegar em armas em ações de absoluto atrevimento. A pegar e usar. Segundo ela, “a guerrilha está aí, revisitada, e desta vez na ofensiva, cobrando do Estado reparações morais e indenizações por conta de seus mortos e desaparecidos, entre eles quase 50 mulheres”.

Dulce Maia, um misto de agitadora cultural e guerrilheira urbana, considerada “boa de pontaria e expropriação”, foi uma das presas a receber a visita do sociólogo Fernando Henrique Cardoso, nos idos de 1969.
Foi ela quem expropriou a ambulância utilizada pela VPR para o roubo de armas do Hospital Militar do Cambuci, em São Paulo, em 1968. Também foi ela quem participou da pesquisa que resultou no “justiçamento” do capitão do Exército dos EUA Charles Chandler. Também integrou o grupo que assaltou a loja de armas Diana que, segundo ela, lhe rendeu de presente “uma arma bonitaum Smith 32”.

Dulce Maia aprendeu a atirar com o então capitão Carlos Lamarca, no quartel de Quitauna, em São Paulo. “Tenho boa pontaria porque tenho bom olho. Usei 32, 38, metralhadora INA, FAL, M2...”, diz ela. Dulce foi presa em 26 de janeiro de 1969 e banida do país em junho de 1970, em troca da liberdade do embaixador Von Holleben, seqüestrado no Rio de Janeiro. No exterior, com seu companheiro, também banido, José Diógenes Carvalho de Oliveira – o Diógenes, do PT/RS – perambulou pelo México, Cuba, Argélia, Chile, Bélgica, Guiné-Bissau e Portugal, retornando ao Brasil após a Anistia de agosto de 1979.

Vera Silvia Araújo de Magalhães foi militante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR8), no Rio de Janeiro. Quando estudante de Economia da Universidade Federal Fluminense, em 1967, passou a integrar a Dissidência da Guanabara (cisão do PCB) e, logo depois, o Comitê Central dessa Organização.
Na entrevista, Vera Silvia diz que sua primeira “ação” foi uma “expropriação” de armas no gasômetro do Leblon, ocasião em que um agente de segurança foi ferido. Duas metralhadoras INA e dois revólveres 38 foram o saldo da “ação”.

No início de 1969, Vera Silvia passou a integrar a Frente de Trabalho Armado da Dissidência (DI) e participou de diversas “expropriações”: carros, supermercados, carros-fortes, bancos, etc. “Carros, era um por semana”. Em 19 de agosto de 1969, cerca de 15 dias antes do seqüestro do embaixador dos EUA, Charles Burke Elbrick, Vera Silvia participou do assalto ao apartamento do deputado federal Edgar Guimarães de Almeida, uma cobertura em Copacabana, de onde foram roubados dinheiro, jóias e quadros.

Em seguida, Vera também integrou o grupo que seqüestrou o embaixador dos EUA, cumprindo a tarefa de levantar os hábitos do embaixador. Para isso, esteve várias vezes na embaixada, na rua S. Clemente, em Botafogo, passando-se por doméstica em busca de emprego. Durante o seqüestro propriamente dito, em 4 de setembro de 1969, Vera participou do “esquema de segurança”.

A partir daí passou a viver na clandestinidade, em “aparelhos” da Organização nos subúrbios do Rio de Janeiro, evitando contatos com a família e os amigos. Afinal, Vera foi presa durante uma “ação”, no Jacarezinho, dando e recebendo tiros em decorrência de um cerco da polícia, sendo ferida na cabeça. Vera Silvia foi banida do Brasil em junho de 1970, em troca da liberdade do embaixador Von Holleben. No exterior viveu em vários países com três diferentes companheiros, um deles Fernando Paulo Nagle Gabeira, também banido, também pertencia à DI e também participante do seqüestro do embaixador Charles Elbrick.
Recentemente Vera Silvia concedeu uma longa entrevista a uma emissora de TV narrando as suas peripécias e dizendo que suas atividades atuais são as de ministrar palestras sobre temas diversos, em favelas do Rio de Janeiro. A entrevista foi divulgada para todo o país pelo canal 10 da NET: TV Câmara...

Lucia Maria Murat Vasconcelos, que foi militante do MR8, disse que sua última “ação” foi em 1971: um assalto a um supermercado, no Rio, integrando dois grupos “com revólveres e metralhadoras”. “Foi um momento de grande clarividência". – disse ela – “Ali ficou claro que aquele bando de gente de classe média estava contra nós (...). Foi a primeira sensação forte de que a gente tinha acabado. Naquele momento percebi que estávamos isolados, que era preciso sair daquele círculo vicioso”. Para o MR8, o ano de 1971 foi o começo do fim.

Na entrevista, Lucia Murat, que foi presa em 13 de março de 1971 e que hoje é cineasta, preferiu manter em segredo suas muitas “ações” realizadas no Rio de Janeiro e em Salvador, Bahia.“Eu era uma gatinha da Zona Sul do Rio. Debutei. Era bem-nascida. Tenho orgulho do compromisso que assumimos com a revolução (...) Tenho a impressão que caí porque tinha gente infiltrada. Fui seguida por dois órgãos diferentes, o Exército e a Aeronáutica”.

Renata Ferraz Guerra de Andrade tem um currículo que junta educação clássica, formação em artes cênicas e participação direta em diversas“ações”, como o roubo de armas do Hospital do Exército, no Cambuci, São Paulo, de onde foram roubados 11 fuzis, e a explosão de um carro-bomba contra a entrada do QG do então II Exército, quando morreu estraçalhado o soldado Mario Kosel Filho. Segundo ela, “essa ação não serviu para nada. Somente para matar o rapazinho”.

Diz ela: “Eu usava um revólver 32 ou uma Beretta com cabo de madrepérola porque o 38 era grande e dava um tranco forte. Fiz curso de explosivos com João Lucas Alves (ex-sargento da Aeronáutica que participou do “justiçamento”, no Rio de Janeiro, em 1 de julho de 1968, do major da RFA Edward Von Westernhagen, aluno da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), a primeira vítima da repressão”. “Uma vez estávamos treinando perto da represa Billings: eu, Dulce Maia e Wilson Fava. Enquanto atirávamos, chegaram dois guardas-florestais. A situação ficou grave. Chamei a Dulce e disse: ‘Ou a gente apaga esses caras ou oferece dinheiro’. Felizmente venceu o suborno”.

Antes de integrar a VPR, Renata Ferraz foi militante da POLOP (Política Operária). Foi ela quem recrutou Carlos Lamarca para a VPR, depois de várias idas ao quartel de Quitauna, “que na época era um simpatizante descontente com o Partido Comunista Brasileiro (...). Logo no primeiro encontro que tivemos ele falou da possibilidade de desertar, saindo com um enorme arsenal”.
Formalmente expulsa da VPR, com vários outros companheiros contrários à realização de ações armadas face ao ainda pequeno grupo de militantes, Renata fugiu para o Uruguai, retornando ao Brasil após a Anistia, após viver no Uruguai e no Chile. Nunca foi presa.
Perguntada pelos “justiçamentos”, respondeu: “Estávamos em uma guerra e alguns dos procedimentos adotados na guerra são mesmo execráveis em tempo de paz”.

Yara Xavier Pereira, membro da Comissão de Mortos e Desaparecidoscriada pelo Ministério da Justiça em 1995. Foi militante da Ação Libertadora Nacional, juntamente com pai, a mãe, dois irmãos e o marido. Iniciou sua entrevista dizendo: “Dadas as condições da época eu faria tudo de novo”. Yara começou sua militância em 1968, aos 18 anos, juntamente com os irmãos Yuri Xavier Pereira e Alex de Paula Xavier Pereira, a mãe, Zilda Xavier Pereira (que cuidava da segurança de Marighela) e o pai, João Batista Xavier Pereira. Yara diz que recebeu a notícia da morte de Marighela – 4 de novembro de 1969 - em Cuba, “onde foi aprender a ser guerrilheira”.

Em 1971, de volta ao Brasil, passou a integrar um Grupo Tático Armado (GTA), “ora com um 38, ora com um 32”. Diz ter “expropriado” carros, assaltado firmas “e até ajudou a intimidar um estrangeiro suspeito de espionagem, um erro, soube-se depois. Ele morava no Morumbi e fomos lá para levá-lo e assustá-lo. Éramos em cinco. Só duas mulheres, eu e Ana Maria Nacinovic, uma grande guerrilheira. Entramos na casa, mas o cara se trancou no banheiro e não saiu de jeito nenhum. Desistimos. O grupo acabou pichando frases nas paredes e destruindo móveis da mansão”.
Em 1972, seu irmão Alex foi morto em São Paulo, em um tiroteio de rua com a chamada “repressão”. Cinco meses depois, seu outro irmão, Yuri, foi também morto, em São Paulo, juntamente com Ana Maria Nacinovic Correia, a “grande guerrilheira”.

Yara, em setembro de 1972 passou a viver com um dos dirigentes da ALN, Arnaldo Cardoso Rocha, que, meses depois, também foi morto em São Paulo, e com quem teve um filho.

Em 1973 Yara viajou para Cuba, onde passou a viver e nasceu seu filho, que morreu em 1993, em um acidente de trânsito. Posteriormente, viajou para a Itália e, daí, para o Brasil, em 1979, após a Anistia. No Brasil casou-se com o ex-preso político Gilney Amorim Viana, hoje deputado federal.
Os familiares de seus dois irmãos e do seu marido, ou seja, ela e seus pais, foram indenizados “a título reparatório” – como diz a Lei – pela Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos da qual ela faz parte.

A última entrevistada foi Maria do Carmo Brito, que integrou a Direção Nacional da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) com o codinome de “Lia”. Seu marido, Juarez Guimarães de Brito, também dirigente da VPR, cometeu o suicídio, na sua frente, em 18 de abril de 1970, no Rio, quando cercados pela chamada“repressão”, após terem sido denunciados por um companheiro que havia sido preso. Lia era a responsável pela concepção logística das “ações” da Organização. Segundo Maria do Carmo, eles haviam se casado em fevereiro de 1962 “ao som da Internacional Comunista”. Então, ela era do PCB e ele da POLOP.

Sobre sua participação na luta armada, nega-se a detalhar seus“feitos armados”. “Participei de todos e não participei de nenhum (...). A luta armada é um conjunto de ações. No caso do japonês, por exemplo (seqüestro do Cônsul do Japão, Nobuo Okuchi, em São Paulo, em 12 de março de 1970), eu não participei diretamente, mas tive total responsabilidade”. O motivo do seqüestro do Cônsul, o militante da VPR Chisuo Osawa (“Mario Japa”), preso em São Paulo em 1970, com informações importantes sobre o treinamento que a VPR vinha realizando no Vale da Ribeira, é, hoje, o marido deMaria do Carmo Brito. Ambos residem no Rio de Janeiro, ondeMaria do Carmo é funcionária municipal.

Lia e “Mario Japa” são algumas das poucas pessoas que conhecem o destino dado aos dois milhões e quatrocentos mil dólares roubados em Santa Teresa, Rio de Janeiro, em 18 de julho de 1969, por 13 militantes da Organização, da residência de Ana Benchimol Capiglione, tida como amante de Ademar de Barros. Essa “ação” ficou conhecida como o “Roubo do Cofre do Ademar”.

Lia” concluiu a entrevista dizendo: “Eu acho que a gente cumpriu a nossa função. Porque ganhar não tem importância nenhuma. Nisso eu estou com Ulisses Guimarães: navegar é preciso. E com Lamarca: ousar lutar, ousar vencer. A ditadura ganhou. Tudo bem, mas não foi sem dor. Porque senão ficava de graça...”

Maria do Carmo Brito, libertada em junho de 1970, também em troca da liberdade do embaixador Von Holleben, viveu na Argélia. 
Ela teve “total responsabilidade” no seqüestro do Cônsul do Japão e também, depois, em 21 de abril de 1970, três dias após ter sido presa, teve também “total responsabilidade” pela prisão, em São Paulo, de seus companheiros de VPR Ladislas Dowbor, Joaquim dos Santos e Lizst Benjamim Vieira, que haviam participado daquele seqüestro. Isso ela não disse na entrevista...

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

ESTIVE HOJE JUNTO COM MEU AMIGO ALCY MAIHONI NA POSSE DOS NOVOS CONSELHEIROS DO CODEMA [conselho municipal de meio ambiente ]de Nova iguaçu

HOJE AS 14:00 HS  OS NOVOS CONSELHEIROS DO CODEMA TOMARAM POSSE  PARA A GESTÃO 2015/2016 NA SINCOVANI,
Estiveram presentes varias lideranças ,representantes de entidades ,ongs ,representante da Camara Municipal ver.Gerciano Luz  e secretárias municipais


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Está ai o Surgimento das condições objetivas - fatores de motivação


“Vergonha não é ser derrotado, é ser surpreendido” 
(Frederico, o Grande, Rei da Prússia)
Sem qualquer comentário ou ilação, os fatores abaixo são os considerados de motivação para o surgimento das famosascondições objetivas. Ou seja, aquelas que tornam factíveis as revoluções. Compare com os dias atuais e tire as suas conclusões:

-          Governo instável, caracterizado pela descoordenação; indisciplina nos partidos políticos;
-          Propensão de grupos de oposição para a contestação;
-          Grupos frustrados advogando soluções radicais para a economia;
-          Sistema de administração pública inadequado;
-          Ausência de sintonia do governo com as aspirações populares;
-          Deficiência de comunicação entre o governo e o povo;
-          Segurança deficiente nas áreas urbanas e rurais, ensejando oportunidades para a perturbação da Lei e da Ordem;
-          Falta de confiança no governo e nos sistemas social e econômico vigentes;
-          Inabilidade ou incapacidade do governo para neutralizar a propaganda adversa;
-          Falta de motivação das instituições militares e civis;
-          Moral nacional baixo;
-          Disseminação, entre o povo, de sentimento de injustiça;
-          Ansiedade e incerteza com relação ao futuro nacional e individual;
-          Extenso analfabetismo;
-          Caráter nacional indolente;
-          Saúde pública precária;
-          Previdência e Assistência Social ineficientes;
-          Desarmonia entre as classes sociais;
-          Dissociação entre a elite e a massa;
-          Existência de um valor monetário instável;
-          Exagerada dependência de exportações;
-          Sistemas viários e de transporte inadequados nas grandes cidades;
-          Extensa pobreza;
-          Injusta distribuição de rendas;
-          Má distribuição de terras;
-          Sistema tributário inadequado;
-          Desemprego em larga escala;
-          Dependência de auxílio do capital estrangeiro;
-          Desmoralização do governo, a partir do desprestígio, mofa e ridicularização de autoridades;
-          Sensação popular de inoperância e ineficiência do Poder legal;
-          Negação dos êxitos e exagerada propaganda dos fracassos governamentais;
-          Ceticismo a respeito de medidas econômicas e do funcionamento da Justiça;
-          Campanhas psicológicas de desobediência coletiva;
-          Presença da corrupção como fator de desprestígio de autoridades e ceticismo quanto à apuração de fatos e punição dos culpados;
-          Indiferença dos neutros e deserções nas fileiras dos que apóiam o governo;
-          Reuniões de massa com desfiles agressivos;
-          Tumultos de rua, buscando a repressão policial;
-          Fracasso na repressão a esses distúrbios;
-          Incitação à paralisação do trabalho nas repartições públicas;
-          Saques ao comércio sob o mando de bandos organizados;
-          Temor das pessoas favoráveis ao governo;
-          Divergências entre chefes das Forças Armadas e autoridades quanto aos métodos de repressão a serem adotados;
-          Difusão da ideologia marxista-leninista pela infiltração em todos os campos de atividades visando provocar o surgimento de novos adeptos;
-          Indícios do surgimento de escolas e centros de formação de quadros;
-          Surgimento da imprensa clandestina;
-          Surgimento de um espírito antiimperialista;
-          Surgimento ostensivo de organizações e movimentos de opinião, criando a idéia de massa.

Aspectos militares que concorrem para o surgimento dascondições objetivas e favorecem a infiltração subversiva nas Forças Armadas:

 -          Inadequada doutrinação da tropa;
-          Organização e equipamentos obsoletos;
-          Partidarismo dentro das Forças Armadas;
-          Ausência de motivação, moral baixo e indisciplina;
-          Dissociação entre as Forças Armadas e o povo;
-          Ausência de lealdade dentro das organizações militares;
-          Deficiência das Forças Armadas;
-          Desconhecimento das aspirações populares;
-          Relaxamento dos padrões de disciplina e da instrução da tropa.

DEMITIDO ???O ANO COMEÇOU COM MILHARES DE DEMISSÕES NAS MONTADORAS DE VEICULOS

Crise na Peugeot/CITROEN leva clima de apreensão a Porto Real e Resende 

CIDADEs DEPENDE DOS IMPOSTOS DAs MONTADORA E BUSCAm DIVERSIFICAR SEUs PARQUE INDUSTRIAL. MUNICÍPIOS VIZINHOS COMEMORAM INVESTIMENTOS

O clima de euforia e pujança econômica da região Sul Fluminense levou um balde de água fria com a dispensa temporária de milhares  funcionários das montadoras de veiculos principalmente da  PSA Peugeot Citroën. Operários estão apreensivos com a chance de demissões e de precarização no trabalho. A queda na produção também impacta os cofres da pequena Porto Real e da cidade de Resende , que dependem quase que exclusivamente dos impostos gerados pelas fábricas. 
Em função da retração do consumo interno de veículos a volta da inflação no Brasil e da crise na Argentina, que afetou as exportações, a Peugeot suspendeu dois  dos turnos e reduziu em 27% o volume de sua produção para 450 unidades por dia. Desde 17 de fevereiro, 650 trabalhadores do turno suspenso estão fazendo cursos de qualificação.
Linha de produção da PSA Peugeot Citroën: perda de mercado interno e crise na Argentina afetaram vendas da empresafrancesa no Brasil

Essas turmas são  a mais insegura. Alguns temem não conseguir voltar ao trabalho no final da suspensão e outros preferiam ter sido demitidos para procurar oportunidades em outras montadoras da região, como a MAM e a Nissan que tambem estão demitindo. “Estou indignado. Não podemos procurar trabalho porque somos obrigados a frequentar o curso para sermos pagos”, afirma um funcionário que não quis se identificar.
Além da suspensão dos contratos, a empresa francesa está demitindo funcionários. Na quinta-feira, o soldador Dirceu Machado, de 36 anos e dez de Peugeot, saiu do trabalho com o comunicado de dispensa por justa causa em mãos. “Tive quatro faltas para tratar de uma tendinite e de uma bursite”, afirmou, inconformado. Segundo a assessoria da Peugeot, as demissões são devido ao “turnover”, rotatividade natural dentro de uma companhia. Não foi informado quantos funcionários foram demitidos recentemente. 
As preocupações também rondam os fornecedores da montadora, que geram 1.500 empregos na região. Segundo o Sindicato, a Bentley cortou 23 funcionários, mas a entidade afirma não saber se outras dispensas. O operador de produção Ramon Alves, 21 anos, foi demitido da Magnetto Automotive em janeiro. “Um primo meu que trabalha lá tinha me avisado que iam cortar pessoas por causa da crise . Eu já sabia que ia sair, porque quem é mais novo sempre dança”, disse.
O operador de produção Ramon Alves: demissão na Magnetto
Foto:  Divulgação
Segundo ele, 200 funcionários foram dispensados. A firma, que emprega 750 funcionários no estado, não confirmou o número, tampouco o sindicato. O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio, Julio Bueno, informou que governo está acompanhando a questão com atenção, mas disse que a crise esta afetando varias empresas . 
as Cidade depende dos recursos da montadora 
A crise da Peugeot vai se refletir nos cofres públicos de Porto Real. Graças à montadora francesa, a pequena cidade, de 16 mil habitantes, recebe um vultoso repasse de ICMS. Em 2013, foram R$ 137 milhões líquidos.
Este valor dá ao governo a possibilidade de oferecer serviços públicos de qualidade e regalias como transporte coletivo gratuito. Além disso, é uma das cidades com o menor índice de desigualdade social e com o maior PIB per capita do estado. 
A Peugeot, mina de ouro de Porto Real, também é seu calcanhar de Aquiles. A cidade é praticamente refém da empresa, que gera 80% do total de ICMS arrecadado. “Se você tem uma dependência muito grande, a queda na produtividade da empresa compromete toda uma estrutura da cidade”, afirma o secretário de Administração e Fazenda da cidade, Jorge Irineu. 
Ele diz que não há nenhuma luz vermelha acesa na prefeitura, pois acredita na capacidade de recuperação da montadora. No entanto, diz que o ICMS deve ficar estagnado pelo menos pelos próximos dois anos. Porto Real está tentando reduzir a dependência da Peugeot. Em dezembro, foi sancionada uma lei que concede isenções de Imposto Sobre Serviços (ISS) e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para empreendimentos que se instalem por lá. “Também queremos fazer uma revisão no IPTU, que é muito baixo na cidade”, diz Irineu.
“O clima está péssimo”
Na fábrica da Peugeot, onde trabalham 4.300 funcionários, o clima é de tensão. “Está péssimo. Ninguém sabe se vai voltar a trabalhar”, afirma o funileiro Luíz Rondelo Teixeira, 34 anos. 
O funileiro Luíz Rondeli: “Ninguém sabe se vai voltar a trabalhar”

“O medo é que essa situação deixe a gente enfraquecido para negociar o reajuste deste ano e a participação nos lucros”, afirma o diretor Bartolomeu Citeli. Segundo ele, não dar para  evitar demissões. “Não queremos um exército de desempregados, já passamos por isso. Nos anos 90, quando a Companhia Siderúrgica Nacional foi privatizada, havia engenheiro disputando vaga de gari”, lembra.mais hoje está sendo impossivél não demitir
Cidades vizinhas tambem estão sofrendo com as demissões em massa
Enquanto Porto Real vive em meio ao medo, as cidades vizinhas Resende e Itatiaia tambem estão passando pelo mesmo problema 
A fábrica japonesa Nissan inaugurou  uma fábrica em Resende, em abril de 2014:investimento de 2,6 bilhões e geração de era de 1.500 empregos 


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

FOGO AMIGO DA BASE ALIADA ,Eduardo Cunha agenda CPI para acuar Dilma, e Moro marca data para Lava Jato afetar Gabrielli e José Dirceu


A partir de quinta-feira que vem, a Presidenta Dilma Rousseff começará a sentir, com mais intensidade, o quão torturante significa ficar refém das lideranças do principal partido de uma fragilizada base aliada. Nesta data, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, promete instaurar a nova CPI da Petrobras. Para desesperar os petistas, já circula até a ameaça de que o deputado Osmar Serraglio, lendário relator daquela famosa CPI dos Correios que tanto desestabilizou o PT na Era Lula, pode retornar para cumprir a mesma missão nesta Comissão da Pizza Intrigante - cuja receita pretende manter Dilma e o PT na corda, enquanto alivia a barra de eventuais peemedebistas enrolados no Petrolão.

CPI segue aquela velha lógica. Todo mundo sabe como começa, mas o final pode acabar de forma diferente do planejado inicialmente. Os vencedores e derrotados finais nunca ficam claros agora. Até porque, as guerras não decidem quem ganha. Decidem quem sobra. A briga promete ser feia e repleta de baixarias e denúncias escandalosas. O ponto mais complicado de toda a operação de sabotagem contra Dilma será como o PMDB vai produzir um desgaste para o desgoverno do qual participa sem agravar o impasse institucional. Por isso, a CPI da Petrobras tem tudo para ser um tiro no pé...  

O PMDB não tem interesse no impeachment de Dilma. Deseja, em princípio, mantê-la nocauteada na corda, ou como uma refém sentada na cadeirinha do dragão. A intenção tática dos peemedebistas é enfraquecer os petistas. Em 2018, eles querem partir, finalmente, para a cabeça da chapa Presidencial. Por isso, Lula, como mito desmoralizado, que se cuide... Dilma Porcina já era... Sem nunca ter sido Presidente... Lula e Dilma são responsáveis diretos por todas as decisões (boas ou ruins) na Petrobras. Qualquer processo político ou judicial que envolva o Petrolão os atinge em cheio.

Enquanto a CPI não vem para infernizar ainda mais a sobrevida de Dilma - também tirando o sono de Lula -, os processos da Lava Lato conduzidos pelo Homem de Gelo podem colocar o PT em uma fria ainda mais destruidora. No dia 23 de março, o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, vai depor por videoconferência ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, na ação em que são réus o ex-diretor da área internacional da estatal Nestor Cerveró, e o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. Esta é aquela famosa audiência pedida pelo advogado de Cerveró que também teria Dilma Rousseff como testemunha. Providencialmente, Cerveró pediu para tirar Dilma desta reta. O azar deles que Dilma sai, mas o Pinto entra...

Sérgio Moro também ouvirá por videoconferência, no mesmo dia de Gabrielli, Franco Clemente Pinto. Conforme denúncia do doleiro Alberto Youssef, Franco Pinto era "homem de confiança de Júlio Camargo e o responsável pela contabilidade de pagamentos ilícitos a título de propina e caixa 2". Pinto respondia pela contabilidade do consultor Gerin Camargo, que assinou um acordo de delação premiada e deu detalhes sobre o pagamento de propina em contratos com a Petrobras. Youssef revelou que Pinto carregava sempre nas reuniões um pendrive com toda a movimentação financeira do consultor, que confessou ter sido um dos operadores de propina da Petrobras.

A bomba é atômica. O doleiro afirmou ainda que no arquivo aparece o nome do ex-ministro José Dirceu, cujo codinome era "Bob". A mídia nazicomunopetralha já começa a trabalhar a versão de que o Bob, na verdade, é o codinome daquele infantil ator cinematográfico, o Bob Esponja, que mora ali perto da camada pré-sal, que oculta grandes escândalos. A dificuldade maior deste Plano do Cebolinha é como livrar a cara do Lula Molusco e também salvar a Estrela do Patrick. Provavelmente, tentarão jogar a culpa de tudo no Siri Cascudo, ou, como de costume, no FHC & Cia.  

Se Pinto realmente meter Bob no meio, o Petrolão vai estabelecer uma conexão com o velho Mensalão - aquele roubo de galinha, cujos principais condenados já estão na desmoralizante, porém confortável, situação de "prisão domiciliar", exceto os que sofrem rigor seletivo: Roberto Jefferson, delator-mor do esquema, e Marcos Valério Fernandes de Souza, que milagrosamente se mantém calado e segurando as broncas praticamente sozinho, sabe-se lá a que preço...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

BRASIL MOSTRA SUA CARA ,OS 50 Tons de Vermelho: fim de folia e alforria


O Brasil está no começo de um processo de impasse institucional que vai se agravar quando, finalmente, as autoridades judiciárias e afins pararem de sonegar ao cidadão-eleitor-contribuinte os nomes dos políticos (seriam 33 ou mais?) envolvidos nos escândalos detalhados pelos réus delatores dos processos da Operação Lava Jato. Sem credibilidade, sem sustentação moral, e com gente politicamente próxima envolvida, a má gestão PT-PMDB e demais aliados será forçada a deixar ou sair do poder.

Os 50 tons de vermelho da corrupção, incompetência e falência múltipla dos órgãos de um modelo capimunista deveriam estar com os dias contados, pelo menos em tese, diante de tantos escândalos e desmandos praticados pelo desgoverno nazicomunopetralha. No entanto, a velocidade saneadora do processo político - sobretudo em um País subdesenvolvido política, econômica e culturalmente - não acompanha a demanda real da sociedade. Ainda parece falar mais alto a lógica da politicagem, neste Estado ficcional autoritário e sem legitimidade. Até quando? Eis a questão, porque as pessoas de bem estão pts da vida e perdendo a paciência...

A palavra impeachment caiu na boca do povo, sobretudo nas redes sociais. Dilma Rousseff perdeu completamente as condições de governabilidade. Além de claramente impopular, segundo as pesquisas, se transformou em refém do PMDB. Só consegue ouvir seu Presidentro Lula e seus outros seis integrantes do chamado núcleo de poder do Palácio do Planalto. Dilma se isola da realidade. Sendo incompetente, sobretudo politicamente, provocará um desastre institucional nunca antes visto na História deste País...

Desponta como solução mais objetiva para o Brasil a adoção de uma Intervenção Institucional, claramente prevista no artigo 142 da Constituição Federal. O problema concreto do momento ainda é a falta de coragem política para adotá-la. Não se trata de golpe. Isto o desgoverno PT-PMDB já deu. Agora, é necessária e urgente uma reforma geral do sistema. Temos de mudar o modelo para tornar o Brasil um País competitivo. É preciso implantar, de verdade, aquela República que destronou o Império. O Brasil precisa ser efetivamente federalista, com voto distrital e distrital misto, até de forma eletrônica, porém com auditoria impressa, cidadã.

O papel da União tem de ser redesenhado. Somos uma União Soviética avacalhada, no meio termo entre um capitalismo estatal que tutela o povo e quem ousa produzir, cheio de regramentos inúteis, cartórios, gestapos e gulags que só geram desordem, corrupção e violência. Tal modelo Capimunista não funciona, e nem interessa ao resto do mundo, que depende das riquezas extraídas e produzidas no Brasil.

Idiotizados por anos de ações deletérias, ideologicamente geradas por manobras ideológicas extremistas ou sutilmente gramscistas, temos demonstrado baixa capacidade de entendimento da realidade, muita incapacidade de identificar nossos reais inimigos internos e externos, e, o pior de tudo, um comodismo ou leniência com a errada e criminosa situação vigente. A maioria não tem poder de reação. Mas se comporta de forma reacionária, impaciente, tensa, violenta, porém sem se opor ao status quo, para romper com ele e transformá-lo, democraticamente.

As elites morais se acovardam, se acomodam ou ficam esperando que a salvação venha por milagre, principalmente pela via militar. É preciso que cada indivíduo tome consciência e faça sua parte para as coisas mudarem. A única saída concreta é uma organização em rede, que acontece naturalmente, através do livre fluxo interativo de convivência social. Não basta participar. A nova realidade não demanda mera participação. Hoje é preciso interagir e distribuir as tarefas para que a mudança ocorra.

Novamente, entramos no perigoso impasse. O brasileiro comodista fica esperando que a salvação venha milagrosamente. Uns torcem pelos militares. Outros sonham com um líder carismático para iniciar o processo. Alguns ingênuos - que desconhecem o sistema de corrupção inerente ao processo político no Brasil - ainda esperam que a saída ocorra meramente pelo ato de votar, escolhendo os tais "melhores" (como se eles fizessem diferença significativa no lodaçal tupiniquim).

A tragicomédia maior é que a grande maioria continua deitada em berço explêndido, acostumada aos favores capimunistas e acreditando que um líder carismático de esquerda (uma espécie de Lula melhorado) ainda surja para salvá-los e transformar o Brasil em um País de Justiça. No meio desta mesma maioria, uma tendência parecida, mas com feições messiânicas e supostamente conservadoras, acham que o messias virá com a bandeira da justiça, pronto para fazer alguns justiçamentos pontuais e seletivos, pegando meia dúzia de bodes expiatórios, para melhorar o Brasil, sem mudar muito a coisa do jeito que sempre esteve...

Todas essas tendências devem se encontrar e colidir na hora do grande e aparentemente insolúvel impasse institucional nunca antes visto na História deste País. Tal momento só não acontecerá se, por milagrosa acomodação, o atual desgoverno conseguir segurar o processo de degradação econômica do País - que se agrava seriamente. A previsão modesta para 2015 é que o Brasil perderá US$ 14 bilhões apenas nas perdas em exportações. Imagina o reflexo negativo disto sobre os empregos, o consumo e o resto da atividade econômica que já não vai bem...

Na hora que o bicho pegar, a degradação econômica atrapalhar e inviabilizar a vida das pessoas que dependem do trabalho para sobreviver, a pressão social pode forçar mudanças. Novamente, o problema é que o cachorro, por aqui, sobrevive correndo atrás do próprio rabo. A falta concreta de entendimento sobre a realidade impede que as pessoas adotem soluções corretas para os problemas. No final das contas, os espertos e os pragmáticos ganham hegemonia e ditam as medidas de remendo, que ficam sempre longe das necessárias reformas sempre pregadas e nunca executadas.

O brasileiro precisa se libertar da esquizofrenia. Não é mais possível sobreviver fora da realidade dinâmica, interligada e interativa do mundo pós-moderno. Os países desenvolvidos respondem mais prontamente na hora de cuidar das crises. A nossa capacidade de resolver as coisas parece cada vez mais limitada pela ignorância, pelos preconceitos, pelos erros, pela falta se senso de Justiça que vamos acumulando cultural e historicamente. Quebrar tal maldição é urgente.

O Brasil tem potencial para ser uma Nação próspera, livre e soberana. Basta que cada um entenda o que é isto, tenha muita fé para realizar tal desejo e, efetivamente, cumpra sua parte para fazer as coisas certas, democraticamente, com segurança do Direito, e clareza consciente dos deveres individuais a serem cumpridos.

A missão para nos livrar dos 50 tons de vermelho (título justo e perfeito para um filme pornográfico sobre nossa barbárie civilizatória) não é fácil, porém não é impossível. Basta acreditar, planejar e executar. Façamos, antes que sejamos feitos...

O recado é simples, objetivo e pragmático. As pessoas de bem não podem se omitir, eximir nem se acovardar. Precisam interagir, respeitando diferenças individuais e ideológicas, e contribuindo com o talento pessoal para as coisas corretas, justas, éticas. Só elas vão gerar dinheiro, saúde e paz. Com esta tríplice aliança, temos a chance de felicidade. Sem elas, nada é viável, a não ser a barbárie.